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Para poder ler, em pormenor, todas as notícias, aceda ao link: NOVO_FÔLEGO
O presidente da Fundação Carr, Greg Carr, troca os documentos com o Ministro de Turismo
10H25 - Discurso de Sua Excelência Presidente da República
Momento em que sua Excelência o Presidente da República de Moçambique discursava
10H50 - Fim da Cerimónia.
10H55 - Sua Excelência Presidente da República e acompanhantes dirigem-se à pista de aviação de Chitengo. Partida para Vinho, de helicóptero
II Parte - Vinho - Inauguração da Escola e do Centro de Saúde
11H15 - Chegada de Sua Excelência Presidente da República
11H15 - Actuação de Grupos Culturais e Cerimónia de KHU TSEMBE
11H25 - Breve historial do Centro de Saúde pelo Administrador do Distrito de Nhamatanda
11H30 - Sua Excelência Presidente da República procede a inauguração do Centro de Saúde
11H45 - Sua Excelência Presidente da República inaugura a Escola
12H00 - Fim da Cerimónia e regresso de Sua Excelência Presidente da República ao Chitengo
12H30 - Almoço oferecido pelo Parque Nacional da Gorongosa (no início do almoço o Sr. Greg Carr, representante do Comité de Supervisão do Parque Nacional da Gorongosa profere uma breve intervenção e propõe um brinde)
13H50 - Partida de Sua Excelência o Presidente da República a Chimoio
Alguns membros da equipa do PNG
Alguns dos Régulos da Zona de Uso Sustentável de Recursos Naturais do PNG que participaram em 24 de Junho de 2008 na Cerimónia de Consagração do Acordo de Gestão Conjunta do Parque Nacional da Gorongosa entre o Ministério do Turismo e a Fundação Carr.

A partir da esquerda: Chicale, Sadjungira, Jutchenge, Canda, Sacudzo, Tambarara, Nhanguo e Muanandimae.
Para poder acesso aos documentos aceda aos seguintes links:
Discurso de Greg Carr:
Discurso de sua Excelência, o Presidente da República de Moçambique:
Para ler o documento aceda:
Antes da fase derradeira, foram observadas várias etapas propedêuticas para garantir o êxito na missão,
Depois de 45 minutos de intensas intervenções no animal, nomeadamente o tratamento com antibióticos,
Num outro desenvolvimento, o Dr. Carlos Lopes Pereira disse que acções daquela natureza e que levam à imobilização do animal podem ser usadas para fazer a translação de animais de uma zona para outra. O nosso interlocutor fez saber, igualmente, que o PNG faz o monitoramento de elefantes na zona de conservação duas vezes por dia a partir da leitura de dados de localização destes via satélite. Os sinais por meio de um código digital são enviados para um computador remoto na África do Sul que, por sua vez, transmite a informação por sms e e-mail ao Parque sobre a posição de deslocamentos e migrações de animais naquele preciso momento. Colar satélite é uma tecnologia moderna usada para fornecer a posição do animal através do sinal do GPS (Sistema de Posicionamento Geográfico) que é transmitido a um sistema de satélite. Greg Carr, membro do Comité de Gestão do PNG e presidente da fundação que ostenta seu nome, no final da operação era o homem mais feliz do grupo. Instado sobre a pronunciar-se sobre a operação, Greg disse que aquela actividade se enquadra nos objectivos do Projecto de Restauração do Parque. "A população de elefante foi uma das que ficou reduzida a uma família de dezenas de animais, isto no fim da guerra civil em que o país esteve mergulhado durante 16 anos, daí que urge a necessidade de dedicarmos toda a atenção a esta espécie em perigo de extinção para evitarmos que sejam ameaçados pela caça ilegal" – concluiu. Saiba que, o elefante é animal herbívoro, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 150 a 300 kg de alimentos por dia. As fêmeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades. O período de gestação é longo variando entre 20 a 22 meses, assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com até 90 kg. Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos grupos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fêmeas apenas no período reprodutivo.
Atinge uma altura que varia de 3 a 4 metros e um peso médio de 6 toneladas. A pele do elefante é extremamente rija na maior parte do seu corpo e tem cerca de 2,5 cm de espessura. No entanto, a pele à volta da boca e dentro das orelhas é muito fina. Locomovendo-se a passo normal, um elefante anda a cerca de 3 a 6 km/h mas pode chegar a 40 km/h em corrida. Devido ao seu porte, o elefante tem poucos predadores. Ele vive cerca de 60 anos e morre quando seus molares caem, impedindo que se alimente de plantas. O marfim de seus dentes é usado em jóias, teclas para piano, selos personalizados para assinatura de documentos oficiais e para outros objectos. Sua pele e outras partes são um componente comercial de menor importância.
Um pormenor desta magnífica manifestação da Natureza.
.....................
Os nossos agradecimentos sinceros a Vasco Galante, Director para a Comunicação do PNG, que teve a gentileza de fazer o envio da imagem relativa a tão insólito acontecimento.

Para ler os pormenores, aceda ao link: Rodrigues_dos_Santos
Caso não tivessem sido já efectuadas algumas reintroduções, relativamente a Búfalos e Boi-Cavalo, o panorama seria ainda menos encorajador. Haveria apenas meia dúzia de Búfalos e nada de Boi-cavalo.
De notar também (se os números estiverem correctos, relativamente à contagem de 1972) a incrível recuperação de Changos. Também o resultado relativo às Gondongas nos parece muito animador. Mas o que mais surpreende é a actual população residente de Pivas, que ultrapassou largamente os efectivos registados na contagem relativa a 1972... deveras surpreendente!
Os parentes pobres são, infelizmente, espécies anteriormente abundantes. Espécies das mais importantes e emblemáticas do PNG. As Zebras e os Elandes, com apenas 5 efectivos cada, deverão constituir preocupação especial.
Ainda assim, e tendo em vista os resultados alcançados em tão curto espaço de tempo, a Fundação Carr, bem como as pessoas directamente ligadas à conservação, protecção e manutenção das espécies do PNG, está de parabéns e merece todo o nosso apoio e agradecimento.
BEM HAJAM!
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Para efectuar o download do documento
completo em ficheiro PDF, click sobe o link:
A_Rich_Man's_Game
A homenagem é datada de 20.10.65SERVIÇOS DE VETERINÁRIA - FISCALIZAÇÃO
Emblema, com base em metal, utilizado por todos os elementos da Direcção Geral de Veterinária, que faziam fiscalização no Parque Nacional da Gorongosa.
Para ver a reportagem completa, visite:
Notícia enviada por Vasco Galante, director para a comunicação do Parque Nacional da Gorongosa, a quem muito se agradece.
Agradeço a Vasco Galante, Director de Comunicação para o Parque Nacional da Gorongosa, o envio da notícia.
Imagens recolhidas em Outubro de 2007.
Para efectuar o download com melhor qualidade, visite:
Aquando da visita de Rui Veloso ao PNG, os "Irmãos da Gorongosa" fizeram grande sucesso com a sua versão, muito própria, do famoso "Chico Fininho" um dos grandes sucessos daquele cantor, a que deram o nome de "Cinco Fininho". Agora, passado algum tempo, os artistas da Gorongosa estão de volta com outros sons. Os instrumentos continuam rudimentares, construídos pelos próprios, mas a verdade é que até as cobras parecem apreciar a melodia, dançando ao som do seu ritmo... Um aspecto muito interessante: alguns dos elementos do grupo trabalham como fiscais do Departamento de Fiscalização do Parque e muitas das suas canções referem-se a temas de conservação do meio- ambiente e da biodiversidade.
Os nossos agradecimentos a Vasco Galante, Director para a Comunicação do Parque Nacional da Gorongosa.
Chitengo (Parque Nacional da Gorongosa), 10 de Março de 2008
Notícia enviada por Vasco Galante
Director de Comunicação - Parque Nacional da Gorongosa
E-mail: vasco@gorongosa.net
Estimados clientes, colegas e amigos do PNG,
A Equipe do Turismo do Parque Nacional da Gorongosa pretende
Dado o manifesto interesse de que se reveste, transcrevemos parte de um artigo publicado em:
"Bird watching is something that can be done almost anywhere... ...which means that bird watching tourism has become much more popular now than in the past... ...Dark Continent and more especially in Southern Africa. Check The Eastern Parts Of Africa as wellthus... Though bird watching tourism in all parts of Africa has a lot going for it, there may be even more adventure if you visit the eastern parts of the continent even though most people still gravitate to the South. Africa is certainly one of the best places to visit, you will still need to research the places that you want to visit and also do everything that is necessary to make your bird watching tourism adventure worth every penny that you pay for it."
Na verdade, a quantidade de pessoas interessadas neste género de turismo, tem vindo a aumentar progressivamente ao longo dos anos de modo a poder ser considerado, neste momento, um importante nicho de mercado que tem ser levado em conta. São de tal modo abundantes as organizações, associações e clubes de ornitólogos e amantes de aves existentes por esse mundo fora, que se torna fastidioso enumerar apenas parte delas.
Se visitar o link MOZAMBIQUE verificará que Moçambique é considerado um "must" para os entusiastas da ornitologia. O Parque Nacional da Gorongosa e a Serra da Gorongosa são também considerados "spots" com muito interesse. Veja em GORONGOSA. O que não se entende é o motivo pelo qual não se aproveita esta enorme potencialidade que o território Moçambicano, no seu todo, possui. Porque não a edição de um folheto relativo a esta matéria, devidamente ilustrado e com indicações sobre a distribuição das espécies e respectivos locais onde poderão ser avistadas? Não faltam interessados a quem enviar tal brochura...
As espécies aqui apresentadas estão, quase todas, disseminadas por toda a África Oriental e Austral, se bem que possam ser encontradas em outros locais do continente. Como seria fácil de prever, apenas uma ínfima parte dessas espécies (consideradas as mais importantes), será aqui reproduzida.
As imagens têm origens diversas na internet, além das do próprio autor.
Porque muitas das espécies não encontram, na língua portuguesa, correspondência para os seus nomes, optou-se por usar a respectiva terminologia em inglês.
Para informações mais detalhadas, visite o link: BIRDS_OF_GORONGOSA
colhendo imagens espectaculares,


Para poder obter mais informações sobre Bob Poole, vá ao link: http://www.poolefilms.com/bio.html
Para ver as imagens de Bob Poole no PNG, aceda ao link:
Caminhámos um pouco até ao tando e vimos água a perder de vista (se tivéssemos uma canoa ou um barco de borracha poderíamos chegar à Casa dos Leões).
Devo dizer-vos que a paisagem do tando cheio de água é impressionante, como alguns de vós bem sabem.
Vimos muitas impalas (com muitas crias), oribis, pivas, changos, facoceros e vestígios de elefantes e hipopótamos por todo o lado. No regresso fizemos de carro a picada 3, 6 e 2 sem qualquer dificuldade (piso bastante seco, o que significa que após as cheias e como não choveu por estes lados, a água já foi absorvida pelos solos).Motivados pelo que vimos ontem, hoje decidimos ir de barco atá à Casa dos Leões!Na ida vimos um belo elefante macho (com umas boas presas) na picada 1 (era o último de uma manada com 8 ou 9) e no regresso avistámos ainda alguns kudos.
Aqui vão algumas fotos para que apreciem o estado actual do tando junto ao Mussicadzi e Sungué.
Alguns dos membros da expedição:

No passado dia 21 de Janeiro, manhã cedo,
Neste acontecimento, que teve e iniciativa de João Rodrigues (piloto) e Rita Galvão (sua preciosa colaboradora e não só), foram "baptizados" outros destemidos aventureiros, como adiante se verá.
O sorriso de Vasco Galante, um pouco amarelo, não quer significar receio... de modo algum!
O que lhe passaria pela mente seriam, por certo, outras ideias... E se aquele campo alentejano, onde pasta pachorrentamente um rebanho de ovelhas virasse de repente, num vasto tando do Parque Nacional da Gorongosa, onde corriam livremente algumas manadas de zebras e gnus?
Mas no fim, dado o seu bom comportamento durante a peripécia, lá acabou por merecer o respectivo certificado de voo, facto mui justamente aplaudido pelos demais presentes.
Para ver a notícia com mais detalhe visite o link:
A estação seca passada trouxe à Gorongosa uma intensa actividade no que toca a incêndios. O fogo é um amigo importante do Parque, na medida em que ele é um processo natural para manter o ecossistema do Parque. Mas por outro lado, também pode tornar-se um inimigo difícil, quando muito espalhado ou intenso ou quando ameaça comunidades humanas. O pessoal do Parque trabalha todo o ano para promover os benefícios dos fogos, ao mesmo tempo que controla os seus riscos, em prol de todo o ecossistema da Gorongosa.
Meca para safaris e mergulho,
Mozambique Safely removed from decades of civil war, Mozambique is poised to become Africa’s next big tourist destination. The country’s recent economic success is finally permitting its natural assets—1,500 miles of unspoiled tropical shoreline, clear blue seas and pristine reef-fringed archipelagos—to shine. Upscale, eco-friendly properties like Azura at Gabriel’s (azura-retreats.com) are opening along the Bazaruto and Quirimbas archipelagos, the government is pouring money into restoring Gorongosa National Park, and tour operators are organizing diving excursions to introduce visitors to the area’s endangered sea cows, whale sharks and Staghorn coral. It’s been a long haul for this former Portuguese colony, but there’s no question that the nation is a rising star in the travel world.
Veja o artigo completo em:
localizado na província central de Sofala, numa referencia a nível da região da Africa Austral, bem como num forte concorrente dos grandes parques desta região, nos próximos anos.Para o efeito, está em curso, desde 2005, um plano conjunto de reabilitação do PNG, envolvendo a Fundação Carr,do multimilionário norte-americano Gregory Carr, e o Ministério do Turismo.
Enquanto isso, a parte moçambicana, concretamente o Ministério do Turismo, vai comparticipar com 158 mil dolares/ano e, ainda, tem a responsabilidade de facilitar e apoiar,dentro das suas possibilidades,as propostas apresentadas pelos técnicos e especialistas ao serviço da Fundação.
Comunicado de Imprensa enviado pelo Director de Comunicação do PNG, Vasco Galante.

Para poder ler os artigos, faça click sobre as imagens
Click sobre as imagens para poder ler a entrevista
Ontem, 16 de Novembro de 2007, foi possível fazer estas imagens (que agradecemos à fotojornalista Lucilia Monteiro, da revista Visão) por volta das 17h 30m. É caso para dizer que depois de alguns anos
Largo de acesso à recepção
Uma vista geral dos bungalows
Um aspecto exterior do restaurante.
Ao fundo, o edifício da recepção.
Uma carrinha com turistas, avista um grupo de leões.





O antigo observatório sem cobertura, mas pintado de novo...

O antigo cinema São Jorge está a ser recuperado e reconvertido.

O antigo Barcklays Bank, agora Banco de Moçambique,
está recuperado e é uma mais valia para o novo "look" da cidade.

O velho Farol do Macúti continua operacional e bem de saúde...
Continua linda, como sempre, acolhedora e a melhorar de ano para ano.
Fui aqui acolhido pelo meu amigo arquitecto Francisco Ivo e esposa,
que sabem receber como ninguém.



As piscinas em pleno funcionamento Por razões de ordem logística,
não me foi possível percorrer o interior de todo o
Parque Nacional da Gorongosa,
nem visitar alguns locais que queria rever.

Javali com crias

Águia Pesqueira
Chango

Baualas
Impala


Inhacoso
Na hora da partida, de regresso à Africa de do Sul, seria de todo injusto não agradecer encarecidamente a todas as pessoas do Chitengo com quem tive o privilégio de conviver, o modo carinhoso como fui recebido. Um agradecimento muito especial a Vasco Galante, Director de Comunicação do PNG, que continua a ser o que sempre foi, desde que o conheço: um verdadeiro gentleman.
Já com muitas saudades, deixei o Paraíso numa bela manhã de sol, a caminho do Inhassoro, onde cheguei cerca das 17H00.
Por 3 noites, aí fiquei instalado numa bela casa,

Conclusão:
Moçambique está a recuperar e depressa.
Vai ser um destino turístico muito promissor.
As ofertas de que dispões são imensas.
Há que as explorar.
Circulei com toda a segurança de dia e de noite por todo percurso.
Fui medicamente assistido, quando tive necessidade.
Existem restaurantes quase por todo lado, mormente nas principais localidades.
Gasolina e diesel não constituem problema.
Máquinas ATM para levantamento de dinheiro existem por todo o lado.
Os moçambicanos continuam a ser o que sempre foram:
Afáveis, amigos, acolhem bem o visitante e são, sobretudo, educados.
Em Moçambique, sentimo-nos BEM.
Visite Moçambique, porque vale a pena.
Recordamos que o Santuário se encontra cercado por uma rede electrificada com cerca de 36 km de perímetro, para protecção dos animais reintroduzidos quer dos seus predadores naturais quer de eventuais caçadores furtivos. Estes bois-cavalos são os mais recentes residentes reintroduzidos no âmbito da estratégia de longo prazo que permitirá reconstituir as populações de fauna bravia e que constitui uma componente chave do Projecto de Reabilitação do Parque. Este magníficos animais já foram muito numerosos no Parque Nacional da Gorongosa – nos anos 70 chegaram a ser contabilizados mais de 5.500. Nos anos 80 e nos primórdios dos anos 90 estes animais foram quase completamente dizimados durante e após o conflito armado que desestabilizou o país. Em 2007, os gestores do Parque apenas identificaram 5 bois-cavalos sobreviventes nos tandos da Gorongosa. A primeira reintrodução de fauna bravia, no âmbito do programa estratégico acima referido, ocorreu em Agosto de 2006, quando foram trazidos para a Gorongosa, 50 búfalos, provenientes do Kruger National Park. O nosso objectivo é de trazer, todos os anos, nos próximos 5 anos, 200 ou mais zebras, 400 bois-cavalos e e 200 búfalos.




do Parque Nacional da Gorongosa. Mas a Serra da Gorongosa corre sérios riscos devido ao corte indiscriminado de árvores, que possibilitam a utilização de solos para a agricultura. O abandono dos campos cultivados acaba por resultar em forte erosão, na época das chuvas.


Nos dois primeiros dias foram analisados 29 búfalos e os primeiros resultados mostram que os búfalos estão em excelentes condições físicas e que não têm tuberculose.

Fotografias e texto gentilmente cedidos por Vasco Galante, Director de Comunicação do PNG.
Foi em 1921, quando uma áerea de cerca de 1.000 km2 foi delimitada para proteger algumas das espécies mais emblemáticas da fauna bravia ali existentes, que nasceu a área de protecção de caça da Gorongosa.
Das espécies existentes, devem destacar-se as enormes manadas de búfalos, elefantes e gnus.
Um primoroso restaurante, que servia refeições regionais a par de alguns pratos de cozinha internacional, ajudavam os turistas a retemperar forças para dar continuidade à "aventura".

Personagens importantes, de vários quadrantes, eram visitas assíduas do Parque contando-se, entre elas, astronautas, estrelas de cinema, etc.

Mas, a partir de 1983 e até 1992, o Parque conheceu o mais negro e tenebroso período da sua história. Durante os nove anos que durou a guerra civil em Moçambique, foram infligidas ao Parque feridas profundas que serão difíceis, ou mesmo impossíveis, de cicatrizar.
A fauna bravia foi quase completamente dizimada. Certas espécies foram mesmo extintas, deixando de ali serem vistas, até hoje. Outras espécies viram os seus efectivos drasticamente reduzidos, atingindo em certos casos, um desbaste igual ou superior a 90%.
Nem mesmo o “Hippo-Bar”, situado junto à lagoa do rio Urema, onde proliferavam os hipopótamos e os crocodilos, foi poupado.
Dele, restaram apenas os pilares e algumas paredes.
Formado na Universidade de Harvard nos anos 80, Greg Carr desde logo se
começou a interessar pelas tecnologias de informação. Em 1987, Greg Carr fundou, em parceria com um Engenheiro formado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), uma empresa ligada à manufactura de equipamento para telecomunicações, a Boston Technology.
A partir de 1995, a sua paixão pelos direitos humanos, levou-o a dirigir os benefícios da sua florescente indústria, a favor da implementação de diversos programas relacionados com os direitos humanos, em diversas partes do globo.
Greg Carr, presidente da “Prodigy, Inc.”, que adquiriu à IBM e à Sears em 1996 e encabeçou também a “Africa Online”, é um activista convicto em prol dos direitos humanos.
No ano de 1998, renunciou a todos os cargos que detinha e vendeu mesmo as participações das empresas de que fazia parte.
Daí até se interessar por Moçambique, foi um passo.
Agora, com 46 anos, Greg Carr assinou um memorando de intenções com o Governo Moçambicano. O memorando, assinado em 2004, vai permitir a Greg Carr cuidar da Natureza, promover os direitos humanos, a educação e a cultura.
As próprias palavras de Greg Carr, quando afirma: “temos de planear a nossa intervenção em várias fases: conservação, sócio-económica e turística. Este projecto motivou-me porque é uma combinação entre uma acção de protecção da Natureza e um projecto de desenvolvimento económico. Trata-se de usar a beleza do ecossistema para combater a pobreza”, dizem tudo.
Em boa verdade, o projecto de Greg Carr não se limita à recuperação, manutenção e repovoamento do Parque Nacional da Gorongosa. Estão também no seu horizonte a melhoria das condições de vida das populações locais, de modo a que façam parte integrante do ambicioso projecto.
Cerca de 20% dos resultados relativos à exploração do Parque, serão canalizadas para ajuda às populações, mediante captação de água potável. A construção de infra-estruturas ligadas à saúde e à educação, completam os seus propósitos.
Pela primeira vez, em muitas décadas, o Parque Nacional da Gorongosa volta a fazer parte dos programas publicados pelos mais importantes Operadores Turísticos, em Portugal.
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