Personagens importantes, de vários quadrantes, eram visitas assíduas do Parque contando-se, entre elas, astronautas, estrelas de cinema, etc.


A caça furtiva, a utilização de laços e outras armadilhas, a pesca intensiva, aliados à invasão do perímetro do Parque pelas populações locais, que aí construíram as suas aldeias, procedendo à plantação de espécies nocivas ao frágil equilíbrio do ecossistema existente, provocaram uma verdadeira tragédia difícil de remediar.
Várias gerações serão necessárias para que a Natureza se encarregue de minimizar os estragos então provocados.
O acampamento do Chitengo foi parcialmente destruído e completamente saqueado, havendo construções que ficaram reduzidas a montes de escombros, numa acção de vandalismo difícil de entender.
Nem mesmo o “Hippo-Bar”, situado junto à lagoa do rio Urema, onde proliferavam os hipopótamos e os crocodilos, foi poupado.
Dele, restaram apenas os pilares e algumas paredes.

A paz chegou em 1992, mas só em 1995 se voltou a cuidar do Parque, recorrendo-se a um programa de emergência financiado pela União Europeia que, para além da criação de um grupo de seis dezenas de guardas florestais e da recuperação de algumas construções no acampamento do Chitengo, nada mais digno de nota conseguiu fazer. Foi nesta situação de verdadeira catástrofe que Greg Carr conheceu, e cedo se apaixonou pelo exotismo do Parque Nacional da Gorongosa, bem como pelas suas áreas adjacentes.
Fotografias de Maurice Ronet e Hippo Bar gentilmente cedidas pelo Dr. Albano Cortez.
1 comentário:
Nós Agentes de Segurança Socioeducativo de Minas Gerais, Brasil, estamos enviando a "Voz do Agente" no endereço www.agentesocioeducativo.blogspot.com que é nossa ferramenta de luta para valorização da categoria e efetivação dos direitos humanos no sistema socioeducativo.
Mandamos um forte abraço.
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